Crônicas Nikkeis 8 — Heróis Nikkeis: Pioneiros, Modelos e Inspirações

A palavra “herói” pode ter significados diferentes para pessoas diferentes. Nas Crônicas Nikkeis 8: Heróis Nikkeis: Pioneiros, Modelos e Inspirações, queremos explorar o conceito do que é um herói nikkei e o que isso quer dizer para cada pessoa. Quem é o seu herói? Qual é a sua história e como ele(a) influenciou a sua identidade nikkei ou a sua conexão com a sua herança cultural nikkei?

Convidamos você a enviar as suas histórias, ensaios e outros textos em prosa. Os sujeitos devem ser nikkeis ou ter um elo significativo com a comunidade nikkei. Cada autor poderá enviar múltiplos textos. O prazo para o recebimento de artigos vai de 1º de maio até às 18h. (horário de Brasília) de 30 de setembro de 2019. Todas as histórias enviadas que atendam às diretrizes e critérios do projeto serão publicadas paulatinamente no Jornal Descubra Nikkei como parte da série “Heróis Nikkeis”.

Para maiores informações, visite 5dn.org/PTherois.

Confira estas outras séries de Crônicas Nikkeis:

#1: ITADAKIMASU! Um Gostinho da Cultura Nikkei 
#2: Nikkei+ ~Histórias sobre Idiomas, Tradições, Gerações & Raças Miscigenadas~
#3: Nomes Nikkeis: Taro, John, Juan, João?
#4: Família Nikkei: Memórias, Tradições e Valores
#5: Nikkei-go: O Idioma da Família, Comunidade e Cultura
#6: Itadakimasu 2! Um Novo Gostinho da Cultura Nikkei
#7: Raízes Nikkeis: Mergulhando no Nosso Patrimônio Cultural

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Meu tio inesquecível

Criança ainda, costumava ler uma revista de circulação mensal que até hoje existe, na qual tinha uma seção chamada “Meu tipo inesquecível”, a minha preferida, onde era retratada a vida de personagens marcantes. Pessoas comuns que, por suas qualidades ou atitudes, haviam se destacado ou influenciado a vida de outras, igualmente comuns.

Uma figura inesquecível para mim foi o Tio Yotiam ou Tim para muitos, meu falecido tio pelo lado materno, que nos deixou um legado de coisas boas e alegres, além de uma imensa saudade. A lembrança do Tio Yotiam não ...

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Un hibakusha y nikkei ejemplar a los 80 años de edad

Yasuaki Yamashita probablemente no estaría ahora entre nosotros si su madre no lo hubiera abrazado y protegido con su cuerpo en el momento en que estalló la bomba atómica sobre la ciudad de Nagasaki el 9 de agosto de 1945.

Esta ciudad japonesa, en los primeros días de agosto de ese año, ya había sido blanco de los bombardeos norteamericanos que destruyeron parcialmente los astilleros del puerto, el hospital de la ciudad y la fábrica de Mitsubishi. Pero Fat Man, nombre con que el ejército norteamericano denominó a la bomba atómica, era ...

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Una pequeña historia parte de la inmigración japonesa

El 3 de abril del 2019 es una fecha muy importante para nosotros, celebramos los 120 años de la Inmigración japonesa al Perú, durante este tiempo cruzaron el Pacífico los inmigrantes que hicieron una historia en común de estas dos naciones. Existen muchas historias importantes que lo representan, son muy conocidas por todos, pero existen otras que formaron parte de manera casi anónima, personas que lucharon, trabajaron y sufrieron hasta finalmente ser parte de este gran país que los acogió a ellos y a todos sus descendientes.

Hoy quiero dedicar este artículo a ...

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Elena Yoshida de Kohatsu: una heroína entre héroes

“Por sus obras, la conocerás”. Y por sus virtudes, creo que hasta podemos llegar a admirar a una persona. Realmente, me quedé sorprendida cuando conocí a Elena Yoshida de Kohatsu, la única mujer que ha dirigido a casi todas las instituciones de la colectividad peruano-nikkei, como la Asociación Peruano Japonesa.

Pero nunca la he conocido en persona; sino que eso pasó cuando leía libros, escuchaba testimonios y recuerdos y veía las placas conmemorativas que perennizan su memoria. Incluso, la biblioteca que custodia la historia de nuestra colectividad nikkei, lleva su nombre. Así, ¡cómo podría ...

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Brigadier General Kendall J. Fielder: Champion of the Nisei in World War II

A few years ago, my wife and I visited the Punchbowl Cemetery in Hawaii in search of her grandparents’ grave. At the visitor’s center, we were met by two Japanese American (JA) World War II veterans. When I mentioned we were searching for Brigadier General Kendall Jordan Fielder’s grave, one of them responded, “Oh! He saved our bacon several times during World War II.” Without Fielder’s influence in the early days of World War II, the fate of nearly 160,000 people of Japanese descent in Hawaii, might have been drastically different.

In November 1938, “Wooch,” a ...

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