Crônicas Nikkeis 8 — Heróis Nikkeis: Pioneiros, Modelos e Inspirações

A palavra “herói” pode ter significados diferentes para pessoas diferentes. Nas Crônicas Nikkeis 8: Heróis Nikkeis: Pioneiros, Modelos e Inspirações, queremos explorar o conceito do que é um herói nikkei e o que isso quer dizer para cada pessoa. Quem é o seu herói? Qual é a sua história e como ele(a) influenciou a sua identidade nikkei ou a sua conexão com a sua herança cultural nikkei?

Convidamos você a enviar as suas histórias, ensaios e outros textos em prosa. Os sujeitos devem ser nikkeis ou ter um elo significativo com a comunidade nikkei. Cada autor poderá enviar múltiplos textos. O prazo para o recebimento de artigos vai de 1º de maio até às 18h. (horário de Brasília) de 30 de setembro de 2019. Todas as histórias enviadas que atendam às diretrizes e critérios do projeto serão publicadas paulatinamente no Jornal Descubra Nikkei como parte da série “Heróis Nikkeis”.

Para maiores informações, visite 5dn.org/PTherois.

Confira estas outras séries de Crônicas Nikkeis:

#1: ITADAKIMASU! Um Gostinho da Cultura Nikkei 
#2: Nikkei+ ~Histórias sobre Idiomas, Tradições, Gerações & Raças Miscigenadas~
#3: Nomes Nikkeis: Taro, John, Juan, João?
#4: Família Nikkei: Memórias, Tradições e Valores
#5: Nikkei-go: O Idioma da Família, Comunidade e Cultura
#6: Itadakimasu 2! Um Novo Gostinho da Cultura Nikkei
#7: Raízes Nikkeis: Mergulhando no Nosso Patrimônio Cultural

community pt

Meu tio inesquecível

Criança ainda, costumava ler uma revista de circulação mensal que até hoje existe, na qual tinha uma seção chamada “Meu tipo inesquecível”, a minha preferida, onde era retratada a vida de personagens marcantes. Pessoas comuns que, por suas qualidades ou atitudes, haviam se destacado ou influenciado a vida de outras, igualmente comuns.

Uma figura inesquecível para mim foi o Tio Yotiam ou Tim para muitos, meu falecido tio pelo lado materno, que nos deixou um legado de coisas boas e alegres, além de uma imensa saudade. A lembrança do Tio Yotiam não ...

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war en

Second Hand War Stories

In the 17 years I was able to spend with my grandfather, Herbert Seijin Ginoza, he rarely told me about himself. Most stories I heard were told second hand, by my father or great-aunts and uncles. But the stories I heard, I remembered. He would have been reluctant to be called a hero, but to me, that’s what these stories made him. When he died, I worried that his stories would die too. That’s why, one afternoon in the middle of a power outage, I sat down to interview my father, Otis Ginoza, and to record his version ...

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sports en

The ‘Mightiest Duck’ of Them All, Paul Kariya

ANAHEIM, Calif. — In 1992, Walt Disney Pictures released the first in a trilogy of sports comedy/drama films called, The Mighty Ducks. A year later, Disney founded the NHL franchise team The Mighty Ducks of Anaheim.

With its inception at the 1993 NHL Entry Draft, the team selected their first ever pick, a young talented Japanese Canadian from North Vancouver, B.C., Paul Kariya. He was fourth overall in the draft and playing for the University of Maine. This would queue the opening scene to a dramatic hall of fame career. Following a World Championship gold medal and Olympic Games ...

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community es

Breve historia de mi ídolo

Conocí a George Chinen cuando comenzaba mi adolescencia. Había nacido en el barco en el que su familia viajaba hacia Argentina, mientras ya navegaba dentro de la plataforma del territorio argentino, por lo que fue declarado ciudadano argentino. Su padre era Shigeo Chinen, miembro destacado de la colectividad nipona, proveniente de Okinawa, quien llegó a ser presidente de esa asociación, con conexiones sociales y políticas muy poderosas.

Su intensa vida social lo relacionó con personajes de la historia nacional e incluso bautizó a George por el rito católico, eligiendo como padrinos a quienes entonces eran las ...

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identity en

My Hero: Setsutaro Hasegawa

By the time I was born in the early 1960s, the long shadow of World War Two was starting to fade. The 1950s and ’60s saw wave after wave of immigrants arrive in Australia but almost no Asians or Japanese. The white Australia policy still prevailed and if the colour of my skin was anything to go by it succeeded, however I still had my Japanese name.

My father was born Raymond Taro Hasegawa, son of Leo Takeshi Hasegawa and grandson of Setsutaro Hasegawa (ST Hasegawa), a Japanese immigrant to Australia who had arrived in 1897 prior to federation and ...

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