Mary Sunada

Mary Sunada está casada com John Sunada há 36 anos e tem dois filhos, James e David. Ela é professora primária aposentada, após trabalhar para o Distrito Escolar de Los Angeles (LAUSD) por 36 anos. Ela é membro da Igreja Budista de Orange County (OCBC), do Museu Nacional Japonês Americano, e do centro educacional Go for Broke. Seus interesses são pescar, dançar e viajar com a família e amigos.

Atualizado em agosto de 2016

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Crônicas Nikkeis #4 — Família Nikkei: Memórias, Tradições e Valores

Uma carta aos meus pais

Mamãe e papai queridos,

Eu sou a Mary, sua filha, e vocês são meus pais, Yaeko e Yoneto Nakata. Lamento muito que essa carta tenha levado tanto tempo para ser escrita. Tornei-me muito ocupada com o trabalho, casamento e família. Eu não encontrava as palavras certas para expressar meu apreço e agradecimento a vocês. Não percebi toda a dor que vocês sofreram após a Segunda Guerra Mundial.

O Ano Novo de 1948 era para ser o evento mais feliz para nossa família no Japão. Fui a primeira menina ...

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Crônicas Nikkeis #3 — Nomes Nikkeis: Taro, John, Juan, João?

Os Nomes Escolhidos

Quem é Mary Mieko Sunada? Começa com a minha certidão de nascimento. Uma menina nasce com o nome Mary Mieko Nakata em 1º de janeiro de 1948, à 1 hora da manhã, no endereço 1-4 Tanaka-machi Askusa Daito-ku, em Tóquio, no Japão. Meus pais são Yoneto Nakata de Sanger, na Califórnia, E.U.A., e Yaeko Niikura de Gumna-ken, no Japão.

Meu pai, Yoneto, foi o último membro da família Nakata. Ele não tinha irmãos ou irmãs. Após o parto, sua mãe ficou doente e sua família ...

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Crônicas Nikkeis #7 — Raízes Nikkeis: Mergulhando no Nosso Patrimônio Cultural

A Promise

Almost 60 years ago, a promise was made by a girl who was ten years old. I was that little girl and remembered that day very clearly. My best friend, Leslie, came over to play and told me a secret. She said that the man I called “Pop” was not my biological father. I felt hurt and anger towards my mom because I heard it first from a friend. Now, I understood why I had emotions of not belonging, being unhappy, and always feeling lonely. I wanted to know why Mom did not talk about my father. Was he bad ...

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Bringing Dad Home

Returning home in October 2016 from Japan reminded me of how much my dad, Yoneto Nakata, loved me.

Even though his life was cut short, he had accomplished so much.  My dad was a World War II veteran of the U.S. Army.  He volunteered for the Military Intelligence Service, a top-secret unit of the Japanese American soldiers fluent in the Japanese language, while his cousins were shipped to Jerome internment camp.

After WW II, Dad met and married my mom, Yaeko Niikura, in Japan, where he worked as a civilian interpreter for Gen. Douglas MacArthur’s government. I was ...

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Crônicas Nikkeis #5 — Nikkei-go: O Idioma da Família, Comunidade e Cultura

Made in Japan

This familiar phrase, “made in Japan” (Nihon-sei) reminds me of my mother, Yaeko. She was born in Gunma, Japan, on March 7, 1927. Her parents, Matsuji and Kichi Niikura, always had old fashioned Japanese values. Yaeko was their only daughter among their three sons, Hiroshi, Katsumi, and Kazuhiko. She loved sewing and designing. Her dream was to become a fashion designer, however her parents had other ideas in mind. They wanted their daughter to marry and to have a family of her own.

Everything changed when World War II broke out between Japan and U.S.A. on December 7 ...

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