Crônicas Nikkeis #3 — Nomes Nikkeis: Taro, John, Juan, João?

O que um nome quer dizer? Esta série apresenta histórias que exploram os significados, origens e as histórias ainda não contadas por trás dos nomes pessoais nikkeis. Estes podem incluir primeiros nomes, sobrenomes e até mesmo apelidos!

Para este projeto, pedimos à nossa comunidade Nima-kai para votar nas suas histórias favoritas e ao nosso Comitê Editorial para escolher as suas favoritas. Aqui estão as histórias favoritas:


  Seleções dos Comitês Editoriais:

  Escolha do Nima-kai

Para maiores informações sobre este projeto literário >>


Confira estas outras séries de Crônicas Nikkeis:

#1: ITADAKIMASU! Um Gostinho da Cultura Nikkei 
#2: Nikkei+ ~Histórias sobre Idiomas, Tradições, Gerações & Raças Miscigenadas~
#4: Família Nikkei: Memórias, Tradições e Valores 
#5: Nikkei-go: O Idioma da Família, Comunidade e Cultura  
#6: Itadakimasu 2! Um Novo Gostinho da Cultura Nikkei
#7: Raízes Nikkeis: Mergulhando no Nosso Patrimônio Cultural

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Os Nomes Escolhidos

Quem é Mary Mieko Sunada? Começa com a minha certidão de nascimento. Uma menina nasce com o nome Mary Mieko Nakata em 1º de janeiro de 1948, à 1 hora da manhã, no endereço 1-4 Tanaka-machi Askusa Daito-ku, em Tóquio, no Japão. Meus pais são Yoneto Nakata de Sanger, na Califórnia, E.U.A., e Yaeko Niikura de Gumna-ken, no Japão.

Meu pai, Yoneto, foi o último membro da família Nakata. Ele não tinha irmãos ou irmãs. Após o parto, sua mãe ficou doente e sua família ...

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Uma Discordante Correspondência de Nomes

Minha certidão de nascimento diz Jimmy Seiji. Ao ouvir o meu nome, muitos dos meus amigos me perguntaram: "O seu nome verdadeiro é Jimmy ou James?" Eu respondo que me chamo Jimmy; é como consta na minha certidão de nascimento.

Ao perguntar aos meus pais o porquê do meu nome, eles explicaram que na hora do meu nascimento eles não tiveram tempo de escolher um nome (já que só o que importava era que o seu único filho homem tivesse nascido saudável). Como nasci sem que eles tivessem escolhido um nome, eles tiveram a idéia de pedir ...

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A importância do nome e do sobrenome

Na minha cidade natal, Bastos, que é a mais japonesa das cidades do Brasil, as mulheres até a minha faixa etária eram educadas a deixar o sobrenome de família e adotar o sobrenome do marido ao se casarem. Eu também aceitei isto com naturalidade. Lembro que os pais choravam quando a filha se casava e festejavam quando o filho se casava.

Antigamente, no caso de filha única, os pais faziam questão que registrassem seus primeiros netos com o sobrenome de família e não com o sobrenome do pai da criança, ou convidavam o genro ...

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Quem está falando?

Trimmmm! Trimmm! "Alô?!" "Quem está falando?" "........" Eu precisava de um tempo para responder quem era. Tentava reconhecer a voz do outro lado do telefone antes de dizer meu nome. Meus parentes e amigos da família e do nihongogakko me chamam de Mamoru, mas as outras pessoas me conhecem como Claudio. Mamoru não é registrado em cartório, mas algumas pessoas, mesmo parentes, nem sabem ou não se lembram de que também sou Claudio. Quando fiquei sabendo que minha esposa Cristiane estava grávida, uma certeza eu tinha: meu filho não pode ter esta dúvida! Vai ...

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A minha experiência como dekassegui

Sou filho de pais japoneses (meu pai é de Kagoshima e minha mãe é oriunda de Ehime), de modo que meus sentimentos com respeito ao Japão sempre foram muito arraigados. Pelo menos foi assim até quando viajei para o Japão.

Sonhava em conhecer a família dos meus pais, apesar de que esse sonho não passava de uma utopia devido ao alto custo da passagem aérea, estadia, barreira do idioma e minha baixa renda como servidor público. Como profissional e funcionário do Estado peruano, eu recebia um salário baixo como todo empregado público ...

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