Material contribuído por tomeno

Nikkei Chronicles #5 — Nikkei-go: The Language of Family, Community, and Culture

O Nikkei-go de Bastos

Rosa Tomeno Takada

Koná goroshono tyomém shensheiga kawashita – será que algum nikkei entenderia esta frase?

Oshogatsu: lembranças de minha infância

Rosa Tomeno Takada

Meu pai veio como imigrante aos 16 anos de idade junto com a família que o adotou, pois sendo menor de idade necessitava vir como membro de alguma outra família. Naquela época, os imigrantes eram tratados como escravos. Ouvi dizer que muitos fugiram ou morreram. Não sei ...

Nikkei Chronicles #3 — Nikkei Names: Taro, John, Juan, João?

A importância do nome e do sobrenome

Rosa Tomeno Takada

Na minha cidade natal, Bastos, que é a mais japonesa das cidades do Brasil, as mulheres até a minha faixa etária eram educadas a deixar o sobrenome de família e adotar o sobrenome do marido ao se casarem. Eu também aceitei isto com naturalidade. Lembro que os pais ...

Nikkei Chronicles #3 — Nikkei Names: Taro, John, Juan, João?

Os nomes e suas implicações

Rosa Tomeno Takada

O sobrenome DOI em português significa itai, itamu, isto é, “dói”, “doer”.Tive um amigo que se chamava KUMEO. Aliás, existem muitos nomes e sobrenomes japoneses que começam com KU, por exemplo, KUBOTA, KUJIKEN, que são motivo de chacota, pois é sabido que existe uma palavra de ...

Nikkei Chronicles #3 — Nikkei Names: Taro, John, Juan, João?

Meu nome é Tomeno

Rosa Tomeno Takada

Tomeno é o meu nome japonês. Nome incomum. Encontrei outro igual uma única vez na vida, há muito tempo, na página de jornal que noticiava o falecimento de uma idosa.

Nikkei Chronicles #1 — ITADAKIMASU! A Taste of Nikkei Culture

Ofukuro no aji: O missoshiru de mandioca da dona Shizuka

Rosa Tomeno Takada

My mother came to Brazil when she was three years old and since childhood learned to eat all that nature could offer, already being able to tell what was edible. Even geckos, nine-banded armadillos; in short, just about anything that appeared in front of her. She was married at the ...

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Informação

Nasci e cresci em Bastos, onde falar e ouvir japonês era uma coisa natural. Havia até o "bastosgô", uma mistura de dialetos do Japão com o português.
Eu fiz japonês pelo método Kumon para incentivar meus filhos a estudarem também, mas hoje esqueci muitos "kanjis" e não consigo mais escrever nem ler fluentemente.
Meu neto Thomas começou a ter aulas de "nihongo" e meus outros netos também falam algumas palavras, o que me deixa muito feliz.

I was born and raised in Bastos [small town in the interior of São Paulo state], where hearing and speaking Japanese was commonplace. There was even the “bastosgô,” a mixture of Japanese dialects and Portuguese.
I learned Japanese using the Kumon method so as to motivate my children to study it as well. But I’ve forgotten many “kanjis” and now I can neither write nor read with fluency. My grandson Thomas has started taking “nihongo” lessons, and my other grandchildren are also able to speak a few words, which makes me very happy.

Interesses sobre os nikkeis

  • histórias comunitárias
  • festivais/matsuri
  • culinária japonesa/nikkei
  • bairros japoneses
  • taiko

Kizuna 2020: Bondade e solidariedade nikkeis durante a pandemia da COVID-19

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