Nikkei Chronicles #10—Nikkei Generations: Connecting Families & Communities

Submissions for Nikkei Generations closed on September 30. Thank you very much to everyone who submitted stories!

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The last day to vote is NOVEMBER 5.

Welcome to the 10th edition of Nikkei Chronicles! Nikkei Generations: Connecting Families & Communities takes a look at intergenerational relationships in Nikkei communities around the world, with a particular focus on the emerging younger generations of Nikkei and how they connect (or don’t) with their roots and with older generations. Through your stories, we hope to gain insight into how global Nikkei communities are evolving overall.

What are relations like among the generations in your community? How have things changed, and how have they not? Who are some fascinating younger Nikkei that you know, and what are they up to? How do you see your community evolving, and what kind of legacies do you want to leave? Personal stories, memoirs, interviews/Q&As, essays, research, reviews, and other forms of prose addressing these rich topics are all welcome.

Submissions will be accepted from May 1 until September 30, 2021, at 6 p.m. PDT.

For more information, visit 5dn.org/generations.

* This series is presented in partnership with: 

        ASEBEX

   

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Minha estimada família

Desde que nasci a minha Obachan dizia que teríamos que falar o nihongo por termos a cara de japonês, apesar de termos nascido no Brasil. Seríamos japoneses a vida inteira. Mas, não entendia isso do porquê teríamos que falar nihongo em casa sendo que morávamos no Brasil.

Somos 4 irmãos e todos nós entramos na escola primária sem falar nada de português e lembro-me claramente de que sofri muito, mas hoje, agradeço muito a educação que nos deram. Na parte da manhã, burajiru gakkou e à tarde, nihongo. Passávamos o dia inteiro na escola e o meu Otochan sempre dizia …

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identity pt

Caminho de volta

Recentemente, dona Yasuko se viu em uma situação em que tinha que provar que ela era... ela mesma. Possuindo parte dos documentos com o sobrenome Fujii e parte dos documentos com o sobrenome Huzii, parece simples provar que um foi romanizado no sistema Hepburn e outro foi romanizado no sistema Kunrei, mas o documento que o consulado emitiu, sem assinaturas ou carimbos, porque atesta fato notório, não foi aceito pela burocracia do Estado de São Paulo, acostumada a uma miríade de credenciais apenas para repetir algo que está na Wikipédia.

A filha de dona Yasuko, Fumiko, me perguntou como resolver …

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community pt

Os japoneses na agricultura brasiliense

Realizar o sonho de ter uma moradia própria e nela poder criar e educar os filhos em segurança e alimentá-los talvez tenha sido uma das maiores destrezas do ser humano. Hoje, com tanta inovação e mudança repentina na vida das pessoas, provocadas principalmente pela pandemia do novo coronavírus, muitos valores podem ter mudado, tais quais, viver em um meio ambiente mais seguro, ter a liberdade de locomoção, a necessidade de expressão, a necessidade de estar junto, mas mantendo a segurança sanitária. 

Bem, não é sobre a atualidade que quero escrever. Quero expressar a minha gratidão ao governo brasileiro que enxergou …

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food pt

O gyozá querido da Batchan

Não tenho muitas memórias vívidas da minha infância, mas me lembro bem daquele dia. Não sei dizer com quantos anos eu estava. Batchan reuniu várias mães, incluindo a minha, sua nora, para o que hoje eu chamaria de um workshop de gyozá. O gyozá da Batchan era famoso entre os familiares e amigos, presença garantida na mesa sempre que visitávamos os avós em Mogi das Cruzes, que fica a uma hora da cidade de São Paulo, onde eu vivo desde os dois anos de idade. Era o melhor gyozá do mundo pois era o único que eu conhecia e …

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community es

Lamentable ruptura

Llegaron al Perú en el mismo barco, el SS Hong Kong Maru. Eran cuatro viajeros dentro de un pequeño grupo de migrantes de la Prefectura de Saga-Kiushu, quienes, por la cercanía de sus poblados de nacimiento, iniciaron durante el viaje una estrecha amistad; diría mejor, “una estrecha hermandad”. 

Trabajaron juntos durante cinco años para la British Sugar, en las haciendas Santa Bárbara y Casa Blanca de Cañete, a ciento cuarenta kilómetros al sur de la ciudad de Lima.

Al finalizar sus contratos de trabajo, dos de ellos, a quienes llamaré Tamotsu san y Tsunesuke san, migraron a la ciudad …

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