A transição entre operário de fábrica até começar o seu próprio negócio

Transcrições disponíveis nas seguintes línguas:

Cheguei no Japão, trabalhei mais ou menos 3 anos, trabalhando em fábrica eu vi que era muito repetitivo, não tinha... Sabe, não tinha, via que não tinha futuro ficar só em fábrica, sabe. Então sempre tava pensando, trabalhando e... É... Vendo o que eu poderia fazer, né, no futuro, entendeu? E onde que... De repente a... Surgiu a oportunidade de... De o meu amigo que já tinha loja, né, ele convidou pra mim, é, falou, “Oh, que tal fazer uma hora extra mais?”, né. Aí eu assim, eu achei interessante e... Aí ele emprestou um wagon, né, na época e... Aí eu comecei a atender à noite, eu trabalhava em fábrica, né, e à noite, eu... Eu pegava esse wagon, esse wagon, né, e saía nos alojamentos, nos... É... Nas fábricas, em frente à fábrica, né. É... Atendendo, fazendo uma, uma hora extra a mais, né. E... Com decorrer do tempo eu vi que... Isso já tava muito cansativo pra mim, pra eu fazer, é... Um trabalho, né, à noite, né, que seria atender essa parte de, de produto brasileiro, então eu resolvi parar... A... De trabalhar em fábrica, onde que...

É...Meu amigo, ele deu essa oportunidade, né, de... De montar um caminhão, né, de produto brasileiro e... Onde que... É... Fui na batalha, né, só trabalhando com produto brasileiro e conhecendo vários estados, né, é... Conhecendo é... Sempre... É... Pensando em aumentar, né, a clientela, porque começamos com pouca clientela.

Então, graças a Deus com o decorrer do tempo, abriu uma oportunidade aqui em Tokyo, né, que eu não poderia deixar de citar o nome, que é o Banco do Brasil, que deu muita força pra gente, sabe, e... E eles, é... É... Como que fala... Eles, deram a oportunidade, né, de... De a gente conhecer o, a... De poder parar na frente do Banco do Brasil e dali que começamos a expandir, né, e... E também a.... Embaixada, Embaixada do Brasil também depois, é... Ofereceu, né, um, um local, pra eu poder, é... Poder parar o caminhão, tudo. Isso daí, nesse, nessa...

Todo esse tempo, tudo, né, que veio... Eu consegui a... Aumentando, nós conseguimos, porque a gente trabalhava em duas pessoas no caminhão, né. Nós conseguimos aí, é... Essa oportunidade, né, de poder expandir, porque dali da, do Banco do Brasil, que seja do, a Embaixada do Brasil que, eles, é, passavam lá, né, e falava, “Pô, que tal, você não podia passar lá no meu alojamento, tal?”, né. Então quer dizer aí que nós fomos aumentando, né, a clientela tudo e onde que...É... Conseguimos, é... Conseguimos fazer a... O trabalho, né, com... É... Que deu certo, né, a parte de caminhão.

E com decorrer do tempo, é... Infelizmente veio a crise, onde que... É.... Essa firma onde eu trabalhava, ele... Ele acabou... É... Fechando a loja, né. Né. E... Como ele tinha o site, é... Ele veio, ofereceu o site pra mim, né, e onde que... Hoje eu tô tocando, o site, e de repente, é... Eu tava com o site e a lo... Ah, e o caminhão. E... Após alguns anos, eu vi que... É... Seria interessante abrir uma loja aqui em Oizumi, né.

Data: 19 de outubro de 2016
Localização Geográfica: Gunma, Japão
Interviewer: Shigeru Kojima
Contributed by: Watase Media Arts Center, Japanese American National Museum

business dekasegi

Receba novidades

Cadastre-se para novidades por e-mail

Journal feed
Events feed
Comments feed

Apoie o projeto

Descubra Nikkei

O site Descubra Nikkei é um lugar once você pode se conectar com outras pessoas e assim participar nas experiências dos nikkeis. Para continuar a manter e expandir este projeto, nós precisamos da sua ajuda!

Maneiras de ajudar >>

Projeto do Japanese American National Museum

Patrocinador principal: The Nippon Foundation