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Cidadãos de origem japonesa no Peru durante a Segunda Guerra Mundial: uma revisão dos debates atuais - Parte 2

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Manuel Prado e a política durante a Guerra

Em 1941, com o mundo já envolto na Segunda Guerra Mundial, o presidente Prado [1939-1945] declara que o Peru tomará parte de uma neutralidade dinâmica, a qual “significa, pelo contrário, a mobilização das atividades, dos esforços, e das energias para manter e conservar, decorosamente, o tesouro inestimável da paz” – mas não qualquer paz, e sim a paz nas Américas, se aliando assim aos interesses continentais1.

Naquele mesmo ano, um decreto proíbe a circulação de panfletos a favor dos países em guerra, medida que pode ser interpretada como bem-intencionada e do lado da neutralidade – convenientemente aliada aos interesses continentais – mas que na verdade se tratava de parte de um pacto ratificado por diplomatas em Havana em 19282.

No ano seguinte, quando já havia ocorrido o ataque a Pearl Harbor, Prado recorda sua atuação naquela ocasião, lembrando-se de sua indignação ante ao acontecimento devido ao qual “foram criadas medidas apropriadas para proteger os interesses vitais do país e as áreas que, pela qualidade de sua produção, poderiam ser alvos de atos de sabotagem. Foi decretado o congelamento dos fundos dos japoneses residentes no Peru, estabelecendo-se que a Superintendência de Bancos controlaria todas as suas operações e que as alfândegas da república deixariam de liberar mercadorias de origem japonesa. Além disso, foi proibida a exportação de certos produtos estratégicos nacionais e importados, e se limitou a liberdade de trânsito dos japoneses dentro do território nacional”3.

Prado não apenas reconhece tais dispositivos, mas ainda assinala que “como medida de precaução elementar, o governo convidou um certo número de súditos das potências do Eixo a abandonarem o país por ter sido comprovado que continuavam – de forma clandestina e por métodos nocivos à segurança da República e à defesa do continente – a campanha de propaganda política anti-democrática que havia sido proibida em meados do ano passado. Em abril e junho últimos, partiram rumo aos Estados Unidos”4. E assim foi feito, informando depois perante à imprensa internacional que alguns nikkeis e imigrantes alemães haviam planejado uma séries de atentados anti-semitas para a véspera do ano novo5.

É aí que ocorre a ruptura visível entre o governo peruano e os cidadãos de origem alemã, italiana e japonesa residentes no Peru – anos depois da ruptura diplomática e oficial. Promove-se então com rapidez as medidas mencionadas; algumas delas, prematuramente.

As cifras são unânimes6: entre 2.000 e 2.300 nikkeis foram deportados da América Latina para os Estados Unidos, 1.771 dos quais vindos do Peru. Seu destino eram os campos de relocação geralmente situados no sul daquele país, na Califórnia e no Texas (Manzanar, Crystal City, Seagoville).

Com respeito a este fato, é importante enfatizar que os “campos de relocação” (relocation camps) é o nome exato dado a estes campos onde ficaram internadas nos Estados Unidos famílias alemães, italianas e japonesas durante a Segunda Guerra Mundial. Alguns autores os chamam de “campos de concentração”, mas também fazem referência ao “holocausto japonês”, o qual pode ser considerado um exagero tendencioso e vitimizante.

De acordo com o que Prado havia promulgado – e reproduzimos acima uma citação direta (não há lugar para erros de interpretação) – os cidadãos nikkeis que estariam sujeitos à deportação seriam aqueles considerados perigosos para a manutenção do bem-estar da sociedade peruana; ou seja, aqueles que fizessem propaganda pró-Eixo, os suspeitos de serem agentes secretos de seus respectivos governos e todos aqueles que não obedecessem os cânones de conduta legais e prudentes exigidos pelo governo peruano.

Em 1940, foi criado o Ministério de Naturalização e Imigração, e graças a ele não só o Estado conseguiu que triplicasse entre 1939 e 1941 a arrecadação de impostos cobrados dos estrangeiros residentes no país7, como ainda conseguiu um relato mais apurado das pessoas vivendo em seu território e das atividades as quais se dedicavam. Em 1940 também foi realizado um censo e apesar de terem exagerado os dados (devido ao desconhecimento do exato número de pessoas na Amazônia)8, foi feito um balanço “racial” segundo o qual passou a se conhecer o número de brancos, mestiços, índios, negros e amarelos9.

Além da exatidão matemática proporcionada por balanços e estatísticas, havia uma necessidade objetiva – seguindo uma lógica compreensível – para a deportação de civis aos Estados Unidos. Não era somente porque eles eram considerados agentes perigosos nos países latino-americanos de onde foram expulsos, mas também porque os Estados Unidos necessitavam de agentes de intercâmbio; em outras palavras, necessitavam resgatar seus prisioneiros de guerra em países inimigos.

Assim sendo, é altamente possível que muitos dos deportados – apesar de serem professores ou diretores de escola (como o casal Ogawa), ou de terem sido presidentes da Associação (como Gabe) ou simples comerciantes (como Higashide) – não tinham nenhuma conexão com as idéias propostas pelo Império Japonês. De fato, em muitos casos, eles haviam partido de seu país precisamente para fugir da guerra, para criar uma vida tranquila longe das vicissitudes do expansionismo imperial durante o qual, é importante lembrar, os menos beneficiados eram os camponeses, os quais serviam como bucha de canhão.

Por que?
In Japan, people are increasingly, reluctantly aware that their country did wrong during World War II. But they prefer to focus on what they see as the wrong done to them. In a speech to foreign correspondents in Tokyo last week, the mayor of Nagasaki equated the A-bomb attacks with Hitler’s slaughter of the Jews (…) ignoring the fact that the Jews did nothing to deserve what happened to them
10

[No Japão, as pessoas estão cada vez mais, se bem que relutantemente, cientes que seu país agiu errado durante a Segunda Guerra Mundial. Mas preferem focalizar no que acham que foi feito de errado com eles. Em um discurso para os correspondentes estrangeiros em Tóquio na semana passada, o prefeito de Nagasaki comparou os ataques com a bomba atômica à matança dos judeus por Hitler (...) ignorando o fato de que os judeus não fizeram nada para merecer o que aconteceu com eles]

Esta pergunta crucial tem uma resposta bastante complexa, a qual deve ser traçada a partir de diferentes pontos de vista. Não se pode simplesmente acusar o governo peruano de xenofobia, a comunidade japonesa de vítima, o governo americano de cruel, a sociedade peruana de invejosa e os imigrantes de ingratos.

Por um lado, é inegável que a sociedade peruana tinha um certo repúdio pela comunidade, alimentado pelas razões mencionadas acima, além do fato dos japoneses constituirem um grupo que sempre deu a impressão de formar um círculo muito fechado, o qual ainda por cima contava – e conta – com imprensa de circulação interna e associações exclusivas. No entanto, como acontece frequentemente e como já aconteceu, eventualmente todos os grupos acabaram por se consolidar, tornando-se parte do maremagnum que compõe este diverso país. Apesar do tema da discriminação sempre resultar em sérios debates, ela é cada vez mais condenada socialmente11. Foi por isso que uma razão suficiente para a deportação dos nikkeis onde quer que se encontrassem não podia ser o mero repúdio dos cidadãos. Mesmo em 1940 e 1941, os anúncios de negócios japoneses como a Casa Ychikawa, T. Kurotobi e Cia., Fábrica de Peças de Automóvel Matsubayashi e Ikeda, Mercearia de Antonio Matzumoto, tipografia R. Varese, Colégio Cultural Peruano, dirigido pelos irmãos Haro, conseguiam espaço nos diários juvenis e universitários12. O que havia de maior notoriedade naqueles anos era a preocupação real com o conflito com o Equador. Os mesmos diários que podem ser encontrados depois de um ano sem circulação não tratam da guerra nem tagencialmente; e aí então, os anúncios já haviam desaparecido.

Por outro lado, apesar de ser altamente provável que eram menos numerosos do que os deportados, existe uma probabilidade de que no Peru havia algum grupo que trabalhava secretamente – não necessariamente com o objetivo de atacar ou invadir o país, mas visando criar uma posição estratégica no lado americano do Pacífico. O Peru conta com uma extensa orla ao longo do Oceano Pacífico e possui a segunda maior população de origem japonesa na América do Sul, o que poderia facilitar um pouco as coisas.

O certo é que fora do plano hipotético, o qual não faz parte da história, pode-se notar na imprensa americana da época um esforço para demonstrar que o continente americano forma um único bloco, posição onde se encontram aliados todos os países latino-americanos com grande contingente populacional oriundo dos países do Eixo13.

Tendo em vista as medidas adotadas conjuntamente pelos governos latino-americanos, pode-se comprovar que as decisões do presidente Prado não foram efetuadas de última hora, e sim que respondiam a algo maior. Também é importante lembrar que as alianças que conseguiu concretizar para alcançar a presidência foram motivadas pelo anti-fascismo, o qual, como analisa Ciccarelli, não era realmente possível no Peru, mas que apesar disso era um temor real que teve máxima expressão quando o Partido Comunista apoiou a candidatura de Prado.

Não se trata então de medidas implementadas por uma marionete; a política exterior do Peru anterior ao seu governo já vinha se inclinando cada vez mais contra o fascismo. Nesse contexto, o começo da Segunda Guerra Mundial e a tendência uniforme dos países da América Latina de se aliarem aos Estados Unidos caíram como uma luva, o que levou às medidas discutidas acima. Apesar disso, é verdade que entre os países do Eixo o Japão teve a comunidade mais afetada, e também é verdade que não era um segmento social com tanto poder quanto o italiano ou que fosse menos numeroso que o alemão.

Também é importante entender o peculiar contexto do governo de Prado, incluindo o terremoto14 de 1940, o conflito com o Equador (o qual despertou reações dramáticas) e a economia a ser mantida, a qual estava em cada vez pior estado. Um fato conhecido é a simpatia que o governo americano tinha pelo presidente Prado, como também, de acordo com informações que podem ser encontradas na imprensa americana da época, o fato daquele governo ter decidido comprar dois-terços da produção de algodão do Peru15 e de apoiar sua política de subsídios. Na política, em momentos de crise, qualquer ajuda é sempre bem-vinda não importa sua origem.

Tarefas pendentes

Ao longo do presente estudo procurou-se entender os diversos fatores que levaram o governo de Prado a deportar nikkeis para os Estados Unidos, além de estabelecer um balanço do que a historiografia peruana tem a dizer sobre a sociedade e a comunidade japonesas no decorrer desses anos.

É importante integrar ambos os temas para que se possa compreender com maior claridade o que ocorreu durante aqueles anos com a comunidade, a qual, devido ao contexto mundial, se encontrava violentamente fracionada apesar de haver começado a tomar parte do interessante mosaico que compõe nossa sociedade peruana.

Ao clarificar o que aconteceu e ao procurar descobrir o porquê, este estudo expõe a importância do fato de que Prado cedeu às necessidades dos Estados Unidos, o qual coloca o Peru no primeiro plano deste cenário. Ao deportar mais de 80% dos nikkeis para os campos de relocação, pode-se ver – exceto com respeito às distâncias – um paralelo à Polônia e sua entrega dos judeus nas mãos dos nazistas.

Pode-se então dizer que a historiografia peruana com respeito aquele período é insuficiente, já que não inclui o cenário internacional em sua análise do governo Prado, nem tampouco a importância das relações internacionais em contextos tão complexos e vitais.

Continua pendente, assim mesmo, uma tomada de consciência tanto da sociedade civil como do Estado não apenas com respeito à magnitude desta história compartilhada com outros governos e cidadãos, mas também para refletir sobre um incidente deste gênero. Seria uma oportunidade a mais para curar essas pequenas feridas que se apresentam na nossa memória coletiva, memória sem a qual nosso país conservaria sua identidade nas sombras.

Notas:
1. PRADO, Manuel. Mensaje presentado al Congreso por el Señor Doctor Don Manuel Prado Presidente Constitucional de la República. (Mensagem apresentada ao Congresso pelo Senhor Doutor Don Manuel Prado, Presidente Constitucional da República) Lima: 1941. p.9

2. Ibid. p. 14

3. PRADO, Manuel. Mensaje presentado al Congreso por el Señor Doctor Don Manuel Prado Presidente Constitucional de la República. (Mensagem apresentada ao Congresso pelo Senhor Doutor Don Manuel Prado, Presidente Constitucional da República) Lima: 1942. p.17

4. Ibid. p. 18

5. "Crisis Delayed" (Crise Atrasada) Time Magazine. 24 de janeiro de 1944.
http://www.time.com/time/magazine/article/0,9171,803044,00.html

6. YOUNG, Michael. "Texas camps were home to Latin American Japanese internees during WWII" (“Campos no Texas foram lar para japoneses latino-americanos internados durante a Segunda Guerra Mundial”) no The Dallas Morning News. Texas, 23 de maio, 1999. UNITED STATES DEPARTMENT OF JUSTICE. Japanese Latin Americans to Receive Compensation for Internment During World War II (Japoneses Latino-Americanos Receberão Indenização por Internamento Durante a Segunda Guerra Mundial) http://www.usdoj.gov/opa/pr/1998/June/276.htm.html. BECERRA, Xavier e LUNGREN, Dan. The Original Crystal City (A Crystal City Original). http://www.aiipowmia.com/inter27/in240207crystalcity.html. CAMPAIGN FOR JUSTICE: Redress Now For Japanese Latin American Internees! (CAMPANHA PARA A JUSTIÇA: Indenização Agora para os Japoneses Latino-Americanos Internados!) http://www.campaignforjusticejla.org/history/index.html.

Otros autores, como Amelia Morimoto e Mary Fukumoto, elevam a cifra para 3.000.

7. PRADO, Manuel. Mensaje presentado al Congreso por el Señor Doctor Don Manuel Prado Presidente Constitucional de la República. (Mensagem apresentada ao Congresso pelo Senhor Doutor Don Manuel Prado, Presidente Constitucional da República) Lima: 1942. p.34

8. CONTRERAS, Carlos e CUETO, Marcos. Op. Cit. p. 275

9. Esta era a paleta de cores oferecida oficialmente pelo censo. A menção desta no texto não é feita de forma pejorativa.

10. WATSON, Russell e TAKAYAMA, Hideko (em Tóquio) e SPARKMAN, Robin (em Nova York). "Crimes and Misdemeanors Japan: Reluctant remembrance of wartime guilt" (Crimes e Delitos do Japão: Relutantes memórias de culpa durante a guerra) Newsweek, Mar. 1995 Vol 125 edição 13, p.43.

11. Apesar de não ser o ponto máximo ao que se possa aspirar, isso não deixa de ser um avanço.

12. Diario Baluarte. Março 1940, Semanario Cascabel. Maio 1941.

13. "Hunting a Nazi". (Caçando um Nazista) Time Magazine. 1 de setembro, 1941.
http://www.time.com/time/magazine/article/0,9171,849464-2,00.html

"EDB swings into action" (EDB [Comitê de Defesa Econômica] Entra em Ação) Time Magazine. 15 de dezembro, 1941.
http://www.time.com/time/magazine/article/0,9171,772872,00.html

"Crisis Delayed" (Crise Atrasada) Time Magazine. 24 de janeiro, 1944.
http://www.time.com/time/magazine/article/0,9171,803044,00.html

14. O qual muitos acreditavam ter sido um castigo divino porque ocorreu sete dias após roubos e outros atos cometidos contra os estabelecimentos e escolas da comunidade.

15. "Toward a cotton pool" (Rumo a uma “cooperativa” de algodão) Time Magazine. Maio 1942.
http://www.time.com/time/magazine/article/0,9171,777785,00.html

 

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* Este artigo foi publicado graças ao convênio entre a Associação Peruano Japonesa (APJ) e o Projeto Descubra Nikkei. Este artigo foi publicado originalmente na revista Kaikan Informativo da APJ, Nº 39, dezembro de 2008.

© 2008 Yukyko Takahashi Martínez

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