Tatiana Maebuchi

Nacida en la ciudad de San Pablo, es brasileña descendiente de japoneses de tercera generación por parte de madre y de cuarta generación por parte de padre. Es periodista graduada de la Pontificia Universidad Católica de San Pablo y bloguera de viajes. Trabajó en la redacción de revistas, sitios y asesoría de imprenta. Formó parte del equipo de Comunicación de la Sociedad Brasileña de Cultura Japonesa y Asistencia Social (Bunkyo), contribuyendo a la divulgación de la cultura japonesa.

Última actualización en julio de 2015

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Yuba, una cultura diferente dentro de la comunidad Nikkei brasileña

NOTAS DEL EDITOR: En la década de los años 30, un grupo de inmigrantes japoneses se establecieron en una zona de Brasil llamada Aliança con la intención de establecer una colonia. Entre estos inmigrantes se encontraban Isamu Yuba y su familia. Con el tiempo, Yuba, junto con algunos amigos, compraron tierras en la zona. Tenían la visión de establecer su propia comunidad agrícola autosustentable, teniendo muy presente los valores de “cultivo, oración y arte". Su visión, con el tiempo, se convirtió en la comunidad Yuba.

Actualmente, la comunidad Yuba aún ...

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food pt

Doce e refrescante inspiração

Uma viagem mudou a vida de uma nikkei. A sansei Emília Tayra, ex-bancária de 60 anos, descobriu novos sabores em um doce com toque nipônico. Certa de que agradaria também o paladar dos paulistanos, principalmente os descendentes de japoneses, decidiu trazer a ideia diretamente dos Estados Unidos.


Como surgiu a ideia do mochi de sorvete

“Em uma viagem a Nova York em 2013 experimentei alguns mochis de sorvete e fiquei encantada com a beleza das esferas coloridas recheadas com sorvete”, conta Emília. “Ainda nessa viagem, tomei muito sorvete Häagen-Dazs que era barato comparado aos ...

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Uma tradição gastronômica de pai para filha e de nikkeis para brasileiros

Uma senhorinha sorridente atrás do balcão onde fica o caixa recepciona e agradece quem entra e sai do local, em meio ao bairro da Liberdade. Proprietária da tradicional pastelaria japonesa Yoka, Luiza Yokoyama, de 65 anos, guarda uma surpreendente história de família.

Nissei, se dedicou totalmente à criação e educação dos filhos. Para tanto, chegou a preparar massa de harumaki para vender. Até que aos 44 anos decidiu seguir os passos do pai, o imigrante japonês Takashi Yokoyama, e abriu sua própria loja de pastel com a ajuda dele.

O pioneiro Takashi ...

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education pt

Michie Akama, uma educadora sonhadora à frente de seu tempo

Nascida no Japão e formada em Educação, Michie Akama vem para o Brasil na década de 1920 com a família para trabalhar na lavoura de café. Aqui, ela se depara com uma realidade muito diferente daquela que ela conhecia de sua terra natal, pois as pessoas não tinham acesso à escola. “Começa daí, então, o sonho dela de querer fazer alguma coisa dentro de um contexto educacional”.

Quem conta esta história é Irma Akamine Hiray, ex-professora e atual diretora-geral do Centro Educacional Pioneiro, a antiga escola chamada Casa de Ensino de Corte e Costura ...

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food pt

Um doce cantinho japonês

Descendente das províncias de Hiroshima, Shizuoka e Saitama, a empresária Miriam Ishikava, de 36 anos, que é sansei, diz que “sempre foi colônia”.

A infância e adolescência foram fases cheias de atividades, que incluíam piano e teclado; saídas para o karaokê, onde cantava só músicas japonesas; treino de karate; além de natação e tênis de mesa.

Participou também da Seicho-No-Ie durante sete anos, o que a juntou a outros jovens em um grupo de dança de hip hop (street dance) voltada para nikkeis. Às vezes as pessoas falavam ...

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