Mitikó Yanaga Une

Paulista de Bastos, nascida no final dos anos 30, desde os anos 60 mora no Rio de Janeiro. Formada em Geografia, em 1962, ganhou bolsa de estudos e concluiu o mestrado na Tokyo Kyouiku Daigaku, atual Universidade de Tsukuba. Aposentou-se como geógrafa do IBGE em 1992 e iniciou outras atividades, como professora de Japonês e consultora do CEPEL.

Publicou o livro “Seiji Shimoide Em busca do Eldorado brasileiro” (2008) e “Yumê” (2010). Com contos premiados, participa do Centro de Literatura do Museu Histórico do Exército e Forte de Copacabana e Destaques na Poesia em 2013 e 2014 em Taubaté. 

Atualizado em outubro de 2014

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Crónicas Nikkei #3 — Nombres Nikkei: ¿Taro, John, Juan, João?

Sou a Mitikó

Acho que os nomes japoneses soam estranhamente aos ouvidos brasileiros. Muitos deles estão relacionados também ao modo como foram registrados.

Ao pesquisar a chegada do meu avô, Seiji Shimoide, em terras brasileiras, eu descobri que quem traduziu (pessoa que sabe ler japonês), leu os ideogramas como sendo SHIMODE. Conheço outra família Shimoide, que não é parente nosso (veio de Hokkaido) que também deva ter seu nome traduzido como Shimode.

Com relação à minha família diretamente, nós morávamos em Minas Gerais e, para evitar pronúncia errada, meu pai registrou meus irm ...

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