Vozes de Chicago

Os artigos dessa série foram originalmente publicados em “Vozes de Chicago (Voices of Chicago)”, o jornal online da Chicago Japanese American Historical Society, que é uma organização participante do Descubra Nikkei desde dezembro de 2004.

“Voices of Chicago” é uma coleção de narrativas em primeira pessoa sobre as experiências de pessoas de descendência japonesa que moram em Chicago. A comunidade é composta por três ondas de imigração e seus descendentes: a primeira, cerca de 300 pessoas, chegou a Chicago mais ou menos na época do Columbian Exposition em 1899. O segundo e maior grupo é descendente de 30.000 pessoas que vieram diretamente para Chicago a partir dos campos de concentração após a Segunda Guerra Mundial. Chamados de "reassentados", eles criaram uma comunidade construída em torno de organizações de serviços sociais, igrejas budistas e cristãs e pequenas empresas. O terceiro grupo, mais recente, é de cidadãos japoneses que vieram para Chicago, com início na década de 1980, como artistas e estudantes, e [ali] permaneceram. Um quarto grupo, não-imigrante, é de executivos japoneses e suas famílias que vivem em Chicago por longos períodos, às vezes permanentemente.

Chicago tem sido sempre um lugar onde as pessoas podem recriar a si mesmas e onde diversas comunidades étnicas vivem e trabalham juntas. O “Voices of Chicago” conta histórias de membros de cada um desses quatro grupos e como eles se encaixam no mosaico de uma grande cidade.

Visite o site da Chicago Japanese American Historical Society >> 

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Aprendendo a Cair

Como o retorno ao lar após uma longa viagem, pisar no tatame no dojô é um dos momentos mais relaxantes pelo qual aguardo ardentemente depois de um longo dia de trabalho. Uma empolgação enorme vai tomando conta de mim enquanto eu coloco o meu gi, entro no dojô, tiro os meus zori (sandalhas), piso no colchão de palha, e me curvo respeitosamente ao entrar. Naquele momento, é como se todos os meus problemas do dia tivessem desaparecido, e o que resta é uma mente clara, calma e pronta para aprender.

Quando começamos o aquecimento, uma fonte de energia passa ...

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Manzanar: A Son's Journey - Part 3

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Breathless and exhausted from the hot desert sun, jet lag and bus ride, I now believe that I was running only on fumes. At the ceremonies end, Pilgrims of all faiths gathered around the large white memorial stone obelisk. Quiet and somber, priests and pastors take their turns giving service, and then my memory is rocked by the unmistakable sound of a Buddhist Priest chanting and the scent of burning incense. I am thrown back into my childhood hearing the haunting drone from the priests. In my mind’s eye, I can see my mom, Buddhist beads ...

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Manzanar: A Son's Journey - Part 2

Read Part 1 >> 

Fast forward. April 28, 6 a.m. In the darkness of the L.A. morning I walk to the bus staging area at St. Francis Xavier Church. Body tired from the flight and time change, I chastise my pitiful self and think of the L.A. Times photo from 1942, which depicts the very same parking lot jam-packed with families and luggage. Bewildered, they have no idea what is in store for them or their children as armed soldiers look on. Although I feel solemn, I am greeted by a cheerful mix of former internees, descendants and ...

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Manzanar: A Son's Journey - Part 1

Please understand…I didn’t want to go to see Manzanar. I NEEDED to go there.

Over the years, whenever I had vacation days available, I would always think of visiting Manzanar, one of the ten concentration camps in the U.S. where nearly 120,000 people, mostly Americans of Japanese descent were racially profiled and imprisoned in 1942, but somehow, it just didn’t seem like a nice getaway from the stresses of everyday Chicago living. I’m pretty certain most descendants of ex-internees feel the same way. Understandable. On a personal level, Manzanar is where my mother Ruth ...

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Welcome to the Writers Workshop

The Undeniables writers workshop was formed in 1999, inspired by a chapter from the novel VALLEY (Bend Press, 1998), by Mike Daily. Edren Sumagaysay and I had met the previous year in a touring theatre troupe based in Los Angeles, and got to talking about a mutual passion for writing while holed up between shows in a Maryland motel. We had both recently read Mike Daily’s then newly released novel, and wanted to host a writers workshop of our own. The first workshop was held in my apartment on 163rd Street in Gardena, CA, a two-day affair attended by ...

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