Crônicas Nikkeis #2 — Nikkei+ ~Histórias sobre Idiomas, Tradições, Gerações & Raças Miscigenadas~

Ser nikkei é intrinsecamente uma identidade com base em tradições e culturas mistas. Em muitas comunidades e famílias nikkeis em todo o mundo, não é raro usar tanto pauzinhos quanto garfos; misturar palavras japonesas com espanhol; ou comemorar a contagem regressiva do Reveillon ao modo ocidental, com champanhe, e o Oshogatsu da forma tradicional japonesa, com oozoni.

Atualmente, o site Descubra Nikkei está aceitando histórias que exploram como os nikkeis de todo o mundo percebem e vivenciam sua realidade multirracial, multinacional, multilingue e multigeracional.

Todos os artigos enviados à antologia Nikkei+ foram elegíveis para a seleção dos favoritos da nossa comunidade online. 

Aqui estão as suas histórias favoritas em cada idioma.

Para maiores informações sobre este projeto literário >>


Confira estas outras séries de Crônicas Nikkeis:

#1: ITADAKIMASU! Um Gostinho da Cultura Nikkei 
#3: Nomes Nikkeis: Taro, John, Juan, João? 
#4: Família Nikkei: Memórias, Tradições e Valores 
#5: Nikkei-go: O Idioma da Família, Comunidade e Cultura  
#6: Itadakimasu 2! Um Novo Gostinho da Cultura Nikkei
#7: Raízes Nikkeis: Mergulhando no Nosso Patrimônio Cultural

food en

Karami: A new product that’s an old Japanese American twist on salsa

Forget Pace Picante Sauce, which used to make a big deal of being made in San Antonio instead of phony salsas made in New York City. Forget San Antonio as well as New York City. Look no further than Pueblo and Boulder, Colorado.

Boulder-based entrepreneur Kei Izawa and his partner, Jason Takaki, are launching a new product this weekend that really isn’t new at all. Karami is a Japanese American twist on salsa that tastes pretty great on a lot of food including chips, meats and fish, but its origins are as a Japanese side dish, the kind you ...

continue a ler

food en

Cross-Culture A La Carte

Daddy, she said shyly, I don’t feel like cooking this Sunday….

Of course, I answered. Would you like to eat at the cafeteria at Fort Sam?

Oh, I crave for something reallydee-licious, her qualifier for something she would truly enjoy.

Ok, I’ll look for something…we can afford.

“Craving for something dee-licious” was a sophisticated Japanese way to express the need for a little medetai.1 Now, I had to find a place where the four of us, my wife and our two little girls, could have a little enjoyment on what my salary as Master Sergeant ...

continue a ler