Crônicas Nikkeis #10—Gerações Nikkeis: Conectando Famílias e Comunidades

O tema da 10ª edição das Crônicas NikkeisGerações Nikkeis: Conectando Famílias e Comunidades—abrange as relações intergeracionais nas comunidades nikkeis em todo o mundo, tendo como foco especial as emergentes gerações mais jovens de nikkeis e o tipo de conexão que eles têm (ou não têm) com as suas raízes e as gerações mais velhas. 

O Descubra Nikkei aceitou histórias relacionadas ao Gerações Nikkeis de maio a setembro de 2021; a votação foi encerrada em 8 de novembro. Recebemos 31 histórias (21 em inglês, 2 em japonês, 3 em espanhol e 7 em português) da Austrália, Brasil, Canadá, Estados Unidos, Japão, Nova Zelândia e Peru. Algumas foram enviadas em múltiplos idiomas.

Solicitamos ao nosso Comitê Editorial para escolher as suas histórias favoritas. Nossa comunidade Nima-kai também votou nas que gostaram. Aqui estão as favoritas selecionadas pelo comitê editorial e pela Nima-kai! (*Estamos em processo de tradução das histórias selecionadas.)

A Favorita do Comitê Editorial

Escolha do Nima-kai:

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Confira estas outras séries de Crônicas Nikkeis >>

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Keiro Superstar: Yosh Arima

At 91 years old, Yosh Arima has lived a full life of teaching, traveling, playing sports, and surrounding himself with people he enjoys.

After being incarcerated at Santa Anita horse stables—with transfers to Rohwer and then Tule Lake with his family during World War II—Yosh moved to California, then New Jersey, and back to California. He jumped around to different high schools during that time, but eventually graduated from Belmont High School in Los Angeles. He went to LA City College and Cal State LA then transferred to UCLA where he completed his bachelor’s degree. He later got his master’s …

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Oh, Bachan, How Your Garden Grows

The longer my father and I navigate the Inglewood Cemetery, the more comical it becomes.

“Turn here, no turn there, oh there it is!” No matter how many times we visit, that same frazzled exchange is always held. But, when we finally get to the top of the hill, the view makes our antics worthwhile.

It’s almost ironic to see the world from this height, buzzing with wondrous life while the departed rest peacefully above. At this altitude, it is only the horizon that blurs city life with the afterlife.

And in this very cemetery is where my family finally …

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Minha estimada família

Desde que nasci a minha Obachan dizia que teríamos que falar o nihongo por termos a cara de japonês, apesar de termos nascido no Brasil. Seríamos japoneses a vida inteira. Mas, não entendia isso do porquê teríamos que falar nihongo em casa sendo que morávamos no Brasil.

Somos 4 irmãos e todos nós entramos na escola primária sem falar nada de português e lembro-me claramente de que sofri muito, mas hoje, agradeço muito a educação que nos deram. Na parte da manhã, burajiru gakkou e à tarde, nihongo. Passávamos o dia inteiro na escola e o meu Otochan sempre dizia …

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Caminho de volta

Recentemente, dona Yasuko se viu em uma situação em que tinha que provar que ela era... ela mesma. Possuindo parte dos documentos com o sobrenome Fujii e parte dos documentos com o sobrenome Huzii, parece simples provar que um foi romanizado no sistema Hepburn e outro foi romanizado no sistema Kunrei, mas o documento que o consulado emitiu, sem assinaturas ou carimbos, porque atesta fato notório, não foi aceito pela burocracia do Estado de São Paulo, acostumada a uma miríade de credenciais apenas para repetir algo que está na Wikipédia.

A filha de dona Yasuko, Fumiko, me perguntou como resolver …

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Minha relação com o Nihongo

Creio que a maioria dos nikkeis, desde pequenos tiveram contato com o nihongo, ou melhor, “colônia-go”. 

É uma espécie de dialeto próprio dos nikkeis no Brasil, onde se tem uma mistura de português com nihongo e este nihongo também vem carregado com as peculiaridades das várias regiões do Japão de onde vieram os imigrantes (hougen), criando uma linguagem e estilo próprios, que não se encontra nos livros, mas estranhamente conseguimos nos entender com muita facilidade.

Tenho muita curiosidade de saber se os outros países onde houve a imigração japonesa, têm seu próprio “colônia-go”.

Por ser nissei, meus …

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