Edward Moreno

Aos 91 anos, Ed Moreno acumulou quase setenta anos de trabalho na mídia – televisão, jornais e revistas. Ed recebeu numerosas honras pelo seu trabalho como escritor, editor, e tradutor. Sua paixão pela cultura japonesa teve início em 1951 e pelo visto seu ardor nunca diminuiu. Atualmente, ele escreve uma coluna sobre tópicos culturais e históricos relacionados aos japoneses e nikkeis no “Newsette”, uma publicação mensal do Centro Comunitário Japonês da Área Leste do Vale de San Gabriel em West Covina [cidade-satélite na área da Grande Los Angeles], na Califórnia. Antes de fechar, a revista “The East” (“O Leste”), de Tóquio, publicou alguns de seus artigos originais.

Atualizado em março de 2012

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Sushi em Los Angeles – parte 2

>> Parte 1

O alvo inicial do novo empreendimento do Sr. Nakajima no ramo do sushi eram os imigrantes japoneses, especialmente os homens de negócios. Impressionados com o produto, eles começaram a trazer seus clientes americanos para experimentar algo novo e extraordinário. Depois de sua primeira experiência com o sushi, a maioria dos iniciados ficavam viciados. O sushi bar de Kawafuku tinha apenas sete assentos e estava sempre lotado.

O Chef Saito de Kawafuku se tornou o primeiro chef de sushi nos Estados Unidos. A Sra. Saito era sua garçonete. Em apenas quatro anos, o casal ...

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Sushi em Los Angeles – parte 1

Em um de nossos encontros semanais em Maryknoll [Centro Católico Japonês em Los Angeles], eu perguntei aos meus amigos se alguém sabia quando e como o sushi chegou em Los Angeles. Kō Hoshizaki disse que a pessoa certa para responder minhas perguntas seria o Sr. Noritoshi Kanai, o presidente da Mutual Trading Company (MTC), no centro de Los Angeles.1

“Ele até já escreveu um livro sobre o assunto”, Kō disse.

Eu não perdi tempo em pedir para sermos apresentados, o que Kō arranjou prontamente. E foi assim que tive a chance de conhecer este homem ...

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Orchid From The North - Part 5

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Again, we stray a bit from Yoshiko’s personal story to review the situation between China and Japan at the close of the Pacific War. Why? On the 75th anniversary of what President Roosevelt called “a date which will live in infamy” (December 7, 1941), many Western media outlets revisited the “safe versions” of World War II history—those that portray the Allies (China and Russia included) as icons of righteousness and Japan as a most ignoble country. Yoshiko had already become a significant artistic figure in that period, so we cannot talk about her and ignore ...

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Orchid From The North - Part 4

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China, for centuries adopted by Japanese poets and philosophers as their cultural beacon, had become a poor, filthy, confused, and opium-ridden mess, after years of autocratic government. After the death of the Empress Dowager Cixi (1835–1908), little seemed left to unite the nation.1 Internally, ambitious and brutal warlords arose everywhere, each one aiming to become “top dog.” Externally, every swashbuckler country seemed intent on devouring the immense country, whether piecemeal through concessions2 or in a single gulp by colonization. By 1920, every colonialist country had its own extraterritorial heelin China.3 

To prevent their ...

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Orchid from the North - Part 3

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In each of the previous chapters, we have seen young Yoshiko get a few tastes of the real political world around her: the killing of a Chinese bandit, witnessed from her window; the massacre of an entire town to avenge the burning of a coal mine; and the local police’s wrecking of her best friend Liuba’s home.

Consider for a moment the forces tugging from all directions at the girl’s psyche: her father’s demand that she become a solid bridge of understanding between the Chinese and the Japanese; masquerading as Chinese and being ...

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