Crónicas Nikkei #3 — Nombres Nikkei: ¿Taro, John, Juan, João?

¿Qué hay detrás de un nombre? Esta serie introdujo historias que exploraron los significados, orígenes y las historias no contadas que hay detrás de los nombres propios nikkei. Estos incluyen apellidos, nombres de pila e ¡incluso apodos!

Para este proyecto, le pedimos a nuestros Nima-kai votar por sus historias favoritas y a nuestro comité editorial elegir sus favoritas. Aquí están las historias favoritas elegidas.


  Las elegidas del Comité Editorial:

  La elegida por Nima-Kai:

Para saber más sobre este proyecto de escritura >>


Mira también estas series de Crónicas Nikkei:

#1: ¡ITADAKIMASU! Sabores de la cultura nikkei 
#2: Nikkei+ ~ Historias de Lenguaje, Tradiciones, Generaciones y Raza Mixtos ~ 
#4: La Familia Nikkei: Memorias, Tradiciones, y Valoress 
#5: Nikkei-go: El idioma de la familia, la comunidad y la cultura 
#6: ¡Itadakimasu 2! Otros sabores de la cultura nikkei
#7: Raíces Nikkei: Indagando en Nuestra Herencia Cultural

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Os nomes e suas implicações

O sobrenome DOI em português significa itai, itamu, isto é, “dói”, “doer”.

Tive um amigo que se chamava KUMEO. Aliás, existem muitos nomes e sobrenomes japoneses que começam com KU, por exemplo, KUBOTA, KUJIKEN, que são motivo de chacota, pois é sabido que existe uma palavra de baixo calão que é justamente a sílaba KU.

Os brasileiros até fizeram uma lista enorme de nomes e sobrenomes que viraram piada, se abrasileirar a pronúncia.

Como eu vivi na cidade mais japonesa do Brasil, Bastos, tinha pensamentos japoneses e não me causava espanto nem tinha rea ...

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Meu nome é Tomeno

Tomeno é o meu nome japonês. Nome incomum. Encontrei outro igual uma única vez na vida, há muito tempo, na página de jornal que noticiava o falecimento de uma idosa.

Esse meu nome foi motivo de chacota na minha adolescência, pois lembra pelo som palavras em português que não combinam com o nome de pessoa.

E também esse meu nome foi confundido como sendo sobrenome, então chamavam algumas de minhas irmãs também de Tomeno!

Eu sou a sétima filha mulher e meu pai, como tinha somente um filho homem, colocou o ...

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What's in a Name?

On my early morning walk the other day, I heard behind me, faintly, in the distance, “Sochi, Sochi…” I wondered, is someone trying to channel the Olympics but didn’t look back, just kept on going. Then the sound caught up with me. It was Flossie from the same senior citizens’ building where I live.

“I’ve been watching the Winter Olympics on TV and I finally got your name straight…Sochi.” Close enough, I thought, she had already gone from “Soxy” to “Sascha” to “Saki.”

Mine is such a simple name to pronounce even for non-Japanese. What if I ...

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Sou a Mitikó

Acho que os nomes japoneses soam estranhamente aos ouvidos brasileiros. Muitos deles estão relacionados também ao modo como foram registrados.

Ao pesquisar a chegada do meu avô, Seiji Shimoide, em terras brasileiras, eu descobri que quem traduziu (pessoa que sabe ler japonês), leu os ideogramas como sendo SHIMODE. Conheço outra família Shimoide, que não é parente nosso (veio de Hokkaido) que também deva ter seu nome traduzido como Shimode.

Com relação à minha família diretamente, nós morávamos em Minas Gerais e, para evitar pronúncia errada, meu pai registrou meus irm ...

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Katagwee?

On my first visit to Brazil, I attended a conference and received a nametag with the spelling of my last name: Katagui. What? G-U-I? Like Guido? That’s not my name! I took the nametag out of the plastic holder, crossed off the incorrect spelling and wrote it as “it should have been.”

It would be two years before I understood the complexities and peculiarities of the Portuguese language well enough to look back on that nametag incident. As usual I was looking at the perceived problem from an American or English language worldview. That means, of course, that I ...

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