Hudson Okada

Udê, a.k.a. Hudson Okada, was born in the city of Matão, São Paulo, on Aug. 2, 1979. Since 2005, he lives in the city of São Paulo’s Liberdade district. He is part of the Jornal Nippak team of collaborators. As a writer, he has won several literary contests – including an honorable second place in Brazil’s Sesc-DF Prize for Literature, in the short stories category.

Updated July 2016

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Nikkei Chronicles #5: Nikkei-go: The Language of Family, Community, and Culture

Né?

Even though there are many words and expressions that characterize them for Brazilians – hai, banzai, and arigatô – the interjection [Portuguese-language contraction of não [not] + é [is], meaning “isn’t it?”], of course, is the one that most relates to the Japanese.

That is evidenced by the fact that there isn’t a single jokester who has never teased a Japanese person, saying things like, “It’s expensive, ?,” “the Japanese have the slanted eye, ?,” and “the Japanese eat raranges, ?”.

Note #1: When Brazilians say “Japanese,” they may be referring to either a de facto Japanese or Japanese ...

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Nikkei Chronicles #5: Nikkei-go: The Language of Family, Community, and Culture

Hai!

Semana sim, semana não, passo em uma mercearia japonesa que fica no quarteirão de minha casa, na Liberdade, para comprar alguns produtos básicos: sushi, shoyu, tofu, arroz... essas coisas. E foi nesse lugar que eu conheci uma garotinha que já é uma verdadeira atleta.

A chamo assim, porque, apesar de ainda muito nova – uns três ou quatro anos –, essa garota já é um ser fenomenal, incansável, fora de série, olímpico até.

Me lembro que, nesse dia, só durante o tempo em que eu estive por lá – sem brincadeira –, ela correu pelos corredores da loja durante ...

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Nikkei Chronicles #5: Nikkei-go: The Language of Family, Community, and Culture

Manga

“Man-ga? Man-ga? Man-ga?”

A cena que ocorria em minha frente era bastante inusitada. Levei alguns segundos para entendê-la:

Uma mulher, com um enorme ponto de interrogação sobre a cabeça, olhando para mim e me dizendo: “Man-ga? Man-ga? Man-ga?”.

Nesse momento, eu percebi que essa seria uma boa oportunidade para treinar a minha intuição – que nunca foi “lá” essas coisas. Comecei a levantar hipóteses:

Apesar de seu sotaque japonês e de sua aparência japonesa, deduzi que essa senhora não se referia às histórias em quadrinhos, mangá. Porque, além de estarmos num ...

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